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Sofi Plus Four

O meu nome é Sofia, mãe de 3 filhos, coração do Norte, a viver em Lisboa há uns anos. Somos uma família de 5, animada, destemida, sempre prontos a fazer as malas e viver novas aventuras Home is where my family is.

Sofi Plus Four

O meu nome é Sofia, mãe de 3 filhos, coração do Norte, a viver em Lisboa há uns anos. Somos uma família de 5, animada, destemida, sempre prontos a fazer as malas e viver novas aventuras Home is where my family is.

31
Out19

Regressar às origens

Nesta altura de final de Outubro e início de Novembro a maioria das escolas estrangeiras fazem uma pausa nas aulas e o liceu francês não é excepção.

Resolvemos aproveitar as férias dos mais velhos (e como para a Benedita faltar uns dias à escola ainda não faz diferença) para passar uns dias na nossa Invicta do coração....rever amigos, família, voltar aos sítios que nos são mais queridos. São sempre dias muito bons e que nos fazem voltar para Lisboa cansados mas de coração cheio .

Ia cheia de planos de actividades e sítios para visitar com os 3 pestes da casa mas os virús, viroses e afins que teimaram em não deixar a maison Fugas em paz trocaram-me as voltas. Mas entre idas ev vindas à CUF, diversas excursões às farmácias locais e muito mimo ainda houve tempo para alguns passeios e programas...só que não para todos, infelizmente. As meninas da casa ficaram a semana quase toda "de molho" e aproveitaram muito pouco estes dias...o que fez com que o Gonçalo tivesse alguns dias de filho único. 

Em apenas 4 dias no Porto conseguimos encaixar (e sem grande esforço) a festa de primeiro aniversário da nossa querida sobrinha, um jantar de amigos, uma ida a Serralves e um passeio pela Ribeira e baixa do Porto e ainda houve tempo para tratar de uma série de assuntos "mais burocráticos" pendentes e que ficam sempre para tratar nestes "regressos".

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Sempre que vamos ao Porto com algum tempo (o que às vezes entre almoços e jantares com amigos e família, aniversários e afins é difícil) programo sempre um ou mais dias com um programa mais "turístico" nos quais visitamos locais, museus e monumentos emblemáticos da cidade. Gosto que os meus filhos tratem a cidade por "tu" e que se sintam "em casa".

Um dos sítios que mais gostamos de visitar é o Museu de Serralves e os seus jardins. Estava cheia de vontade de percorrer o Treetop walk (passadiço elevado junto às copas das árvores dos jardins de Serralves) e não fiquei desiludida...muito pelo contrário! Se ainda não visitaram esperem por um dia mais solarengo e não percam este percurso!

É uma experiência fantástica. É extraordinário como no meio da cidade nos conseguimos sentir envolvidos de Natureza, ar puro e paz por todos os lados!

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Depois de percorrerem o passadiço não deixem de passear pelos jardins tranquilos, de parar para beber um chá na casa de chá ou, se levarem crianças, de visitar a quintinha e, claro, o Museu.

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Ainda não tinha levado os miúdos ao Palácio da Bolsa, por isso decidi fazer um roteiro para uma tarde de passeio que incluísse uma passagem por este edifício emblemático da cidade.

Gostámos muito de passear pelos corredores deste Palácio que já albergou a Bolsa de Valores e descobrir a sua história. Descobrimos ainda um tio avô longínquo da família cujo legado junto da Associação Comercial se encontra reconhecido nos seus retratos pendurados em duas salas do edifício e que por qualquer razão me chamaram a atenção.  

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Saindo do Palácio da Bolsa continuamos o nosso passeio pela Ribeira do Porto até à Ponte Dom Luís. Estava um lindo dia de sol (sim, parece estranho...pois nos últimos tempos tem sido um dilúvio constante). A vista da ponte sobre as duas cidades é de cair para o lado e traz-me toda a nostalgia de dias felizes vividos nesta nossa cidade (ai....se as pedras falassem!).

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Outros passeios ficaram por fazer que terão de esperar por um novo regresso a nossa cidade do coração (dessa vez sem virus na bagagem, espero).

Mas os nossos "regressos" ao Porto não vivem só de passeios turísticos. São sim a oportunidade perfeita para matar saudades das pessoas de que mais gostamos e dos nossos cantinhos preferidos da cidade.

Para os miúdos não pode faltar nunca uma ida à Bacelar para comer os famosos enroladinhos de fiambre, quando o tempo permite um passeio no Homem do Leme e uma bebida tomada na esplanada com "cheiro" a maresia enquanto a Benedita brinca no parque, um passeio ou um piquenique no Parque da Cidade, um passeio na Baixa com direito a um éclair da Leitaria da Quinta do Paço, um almoço ou jantar em família num restaurante que é quase a nossa casa quando vamos ao Porto (o Treze), uma ida à casa da bivó para assaltar a lata das bolachas e comer uma fatia de bolo caseiro e muitos e bons momentos partilhados com a família e os amigos.

As nossas idas ao Porto são acima de tudo isso...a oportunidade para matar saudades da familia e dos amigos mais próximos...na maioria das vezes à mesa.

Se também gostam de bons momentos partilhados à mesa com quem mais gostam deixo-vos aqui algumas dicas de restaurantes a que gostamos muito de regressar quando vamos ao Porto. A escolha que deixo abaixo é abrangente em termos de estilo de restaurante (dos spots mais in na cidade aos mais tradicionais e familiares) e de valores:

Opções mais "gourmet" e consideradas dos "spots" in da cidade

- Euskalduna Studio;

- Officina

- Casario;

- Enoteca - Real Companhia Velha;

- Mistu

 

Mais familiares

- Pizzaria Luzzo na Avenida da Boavista

- Ikeda na Rua do Campo Alegre;

- Bar Tolo Meu;

- Oporto no Passeio Alegre;

- Treze (junto ao Mercado da Foz);

- Lapa Lapa na Praia do Molhe

- O António em Leça

Se forem fãs de brunch: a Camélia Brunch Garden na Rua do Passeio Alegre ou o Zenith Brunch and Cocktails na Praça Carlos Alberto são as nossas opções preferidas.

Se quiserem aproveitar o dia até às tantas e beber um copo ou dançar até de madrugada não há que enganar. Vão até aos bares da Praça Dona Filipa de Lencastre ou a um dos muitos bares situados na Rua das Galerias Paris ou da Rua Cândido dos Reis como a Casa do Livro, o Plano B, a Gin House ou muitos outros. Em qualquer altura do ano, e desde que não esteja a chover, a conversa animada de pessoas de copo na mão enche estas ruas e convidam a estender o dia por mais algumas horas. 

Por isso, seja para rever família ou amigos, para fazer uma primeira visita mais turística ou um regresso para conhecer melhor os "cantos à casa" não deixem de ir/voltar a esta cidade que está cada vez mais vibrante e que como é apanágio do Norte vos irá receber sempre de braços abertos.

Boa viagem!

Sofi

16
Out19

Olé Sevilha!

No final de Setembro e para encerrar a época balnear em beleza decidimos partir em mais uma aventura com os miúdos. Desta vez o destino foi Sevilha. Carregamos o carro e rumamos a Sul para 48 horas intensas de aventura e descoberta!

A Francisca e o Gonçalo já tinham estado em Sevilha quando há uns anos, em viagem para Granada, lá paramos para almoçar. Mas essa visita relâmpago não lhes deu tempo para conhecer e desfrutar desta bela capital da Andalúzia.

O objectivo era conjugar um dia de diversão e aventura na Isla Mágica com um dia de passeio pela cidade...e assim foi!

Ficamos instalados na Ilha Cartuja no hotel Exe Isla Cartuja. Queríamos ficar instalados num hotel o mais perto possível da Isla Mágica pois já sabiamos que este ia ser um dia intenso que iria começar cedo e durar até ao pôr do sol.

Sábado de manhã depois de um bom pequeno almoço para ganhar forças para a aventura lá fomos para a Isla Mágica.

Foi um dia fantástico. Para nós este é dos programas que mais gostamos de fazer em família. Dêem-nos um parque temático cheio de adrenalina e temos a chave para horas bem passadas em família, gargalhadas, cansaço do bom daquele que nos deixa um sorriso rasgado na cara e memórias de momentos passados todos juntos que tenho a certeza ficarão para sempre guardadas.

A Isla Mágica é um espaço enorme e quando chegamos ainda andamos um bocado "às aranhas" até nos orientarmos. Por isso aconselho a antes de irem estudarem o mapa do parque e assinalarem as diversões que querem experimentar para ser mais fácil organizarem o dia e poderem experimentar percorrer todas as atracções disponíveis sem stress de horas - até porque por experiência própria algumas diversões vão querer sem dúvida repetir!

Nós tivemos de nos revezar para que eu ou o Pedro pudessemos ficar sempre com a Benedita enquanto o outro acompanhava à vez a Francisca e o Gonçalo nas atracções com mais adrenalina.

A montanha russa Jaguar, o Iguaçu, o Desafio, a Anaconda, os rápidos de Orinoco e o Voo do falcão são sem dúvidas atracções a experimentar e repetir!

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Para os mais pequeninos há um espaço temático próprio que a Benedita adorou, a Fonte da Juventude, onde andou na roda Primavera e brincou com as fontes de água.

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Fizemos ainda um passeio de barco (a Travessia) que permite ver o parque todo da água. O Parque é bonito, com um lago enorme no centro e cheio de jardins por todo o lado.

Existem várias zonas de refeições espalhadas pelo parque mas não contem com refeições extraordinárias. É comida fast food para remediar e tirar a fome :). Mas na verdade com tanta coisa para ver e fazer não vão querer perder muito tempo a almoçar!!

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Visitem também a Água Mágica - nós acabamos por não ir. Podem comprar um bilhete combinado para os dois. Estejam também atentos às promoçoes que aparecem no próprio site da Isla Mágica. Eles disponibilizam inclusivamente promoções de entradas no parque e alojamento para famílias. Vão ver o site e procurem a opção que se ajusta melhor à vossa família.

Depois de um dia intenso a nossa vontade era aterrar no hotel e dormir até ao dia seguinte mas depois de um bom banho e uma horita de descanso no hotel ainda arranjamos forças para ir jantar no centro de Sevilha. E não podiamos ter tomado melhor decisão!

Depois de pesquisar alguns restaurantes escolhemos o pequeno e acolhedor Mama Bistro situado muito perto da Catedral de Sevilha (na Calle Mateos Gago). Adoramos o jantar e os miúdos também. A Benedita portou-se super bem e depois de um dia já intenso e comprido o jantar não podia ter corrido melhor. 

Experimentem o cochinillo de Segóvia (é uma especialidade!).

As ruas nas imediações da Catedral estão polvilhadas de espaços cheios de pinta em que só apetece entrar e sentar a beber um copo e picar qualquer coisa. Quando o tempo está bom as mesas e cadeiras das esplanadas cheias de gente bem disposta e animada enchem os passeios.

Depois do jantar aproveitamos a noite boa para dar uma volta pelo centro, admirar os belos edifícios de inspiração mourisca e "sentir" a cidade. 

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Sevilha está na lista das cidades que nos conquistaram à primeira vista e o nosso amor pela mesma vai crescendo à medida que conhecemos melhor os seus cantos e histórias.

É uma cidade linda, com a sua arquitectura de traços mouriscos, as cores vibrantes dos edifícios, num misto de tradição e modernidade, cheia de personalidade,  e com um salero e movida muito próprias que deve ser desfrutada a pé calcorreando as ruas nos arredores da Catedral pelo emaranhado de ruas cheias de esplanadas, que convida a sentar numa das esplanadas dos bares ou restaurantes e beber uma copa ou experimentar as tradicionais tapas.

Para mim esta bela cidade andaluza, que transpira flamenco em cada esquina reune a essência do salero e força espanhola.

De visita a esta cidade não percam a Catedral de Santa Maria da Sede (tal como em Santiago de Compostela tivemos azar pois a Catedral está em obras pelo não pudemos apreciá-la no seu todo) e não deixem de subir à Torre da Giralda para apreciarem as vistas da cidade. A Torre era um antigo minarete (do período mourisco) convertida em Torre do sino. A Catedral foi considerada Património Mundial pela Unesco.

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Não deixem também de visitar o Real Alcázar. Este complexo palaciano e os seus jardins são talvez (a seguir ao Alhambra) dos monumentos mais bonitos que já visitamos em Espanha. Para evitar as filas comprem bilhetes online antes da visita (têm várias opções no site, desde bilhetes simples, com audio guia ou com um guia para vos conduzir pelos corredores dos palácios).

Nós fizemos o tour com guia e valeu a pena! Em certos locais acho que vale a pena ter um guia. Parece que os segredos, histórias e pormenores com que vão salpicando o tour dão vida ao monumento em questão e tornam a visita muito mais colorida do que um simples audio-guia.

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Não deixem de passear na Praça de Espanha, o bairro judeu de Santa Cruz e o bairro Triana.

A seguir a mais um saboroso almoço de tapas junto à Catedral eram horas de regressar a Portugal.

Deixamos Sevilha cansados mas felizes, todos com um sorriso de orelha a orelha, e com a sensação de que em menos de 48 horas conseguimos fazer 1001 coisas.

Encerramos em beleza o nosso ciclo de viagens do Verão e todos com uma vontade imensa de regressar a esta cidade com mais tempo (possivelmente durante a famosa Feria de Abril).

Por isso não são precisos muitos dias, nem viagens muito longe de casa para terem uma aventura em família. Descubram o que vos faz feliz, façam as malas e façam-se à estrada!

Boa viagem!

Sofi

 

10
Out19

Salaam Aleikum Marraquexe!

A minha aventura mais recente foi uma viagem a dois - para comemorar os 15 anos de casados - a Marraquexe!

Provavelmente já ouviram isto mas Marraquexe é uma cidade que primeiro se estranha e depois se entranha! E assim foi!

O primeiro impacto, a começar pela entrada na Medina (centro antigo da cidade) de taxi com o seu emaranhado complexo de ruas por onde circulam sem qualquer ordem pessoas, carros, carroças puxadas com burros e centenas de motas (algumas levando 3 pessoas) deixa-nos confusas e a pensar se escolhemos bem o destino.

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Mas digo-vos já que ao fim de um dia esta cidade se entranhou na minha pele e me arrebatou completamente os sentidos! Literalmente!

As cores desta que é chamada a "Cidade Vermelha" vão muito para além desta cor: são os ocres das casas, os verdes, amarelos, laranjas e outras tantas cores intensas, o colorido das tapecarias penduradas nas varandas do souk para aliciar os clientes, o azul quase violeta e laranja do mais maravilhoso pôr do sol citadino que já vi.

Os cheiros das especiarias colocadas em pirâmides coloridas à porta das lojas marroquinas enchem o ar e entranham-se de tal forma que nunca mais os irei esquecer. Os cheiros que se combinam do anis, canela, curcuma, cardomomo entre outras e o cheiro inconfundível e fresco do chá de menta envolvem-nos.

Ficamos instalados num pequeno Riad no coração da Medina - a cerca de 5 minutos a pé da Praça Jemaa El-Fna - o Riad Up - Urban Paradise, um verdadeiro oásis de paz e tranquilidade no centro da Medina, onde no final de um dia inteiro a calcorrear os labirínticos souks e a regatear preços nos sabia tão bem relaxar e saborear um chá de menta a ver o pôr do sol num dos terraços disponíveis.

A beleza e simplicidade da decoração do Riad e a simpatia e disponibilidade de todos, da proprietária Elsa a todos os outros funcionários conquistaram-nos desde o primeiro momento em que lá.

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Do Riad era muito fácil chegar a pé a qualquer local da Medina. Bem fácil não é bem o termo uma vez que a orientação de qualquer viajante é posta à prova neste labirinto de ruas e ruelas e vias sem saída por onde circulam pessoas e motas a grande velocidade. Deixem-se levar e perder-se pelos recantos do souk ...isso faz parte do encanto. Mas se não gostarem de andar perdidos façam o download da aplicação maps.me. Funciona online e é top!

Há muito para ver em Marrakech e o itinerário mais ou menos intensivo depende do número de dias que lá passarem. Deixo aqui uma lista de tudo o que considero imperdível e imprescindível ver e fazer na bela Cidade Vermelha:

1. Jardins da Mesquita de Koutobia: 

Para qualquer não muçulmano não é possível entrar na mesquita mas os jardins que circundam o edifício são lindos e vale a pena dar um passeio e descansar debaixo das belas oliveiras.

2. Visitar o Le Jardin Secret

Descobrimos este Jardim, que já não é assim tão secreto, na última manhã que passamos na cidade.

E por um lado foi bom deixar a visita a esta "pérola" para último lugar pois saimos da cidade com a melhor das recordações.

Vale a pena visitar os Jardins e a Torre (é a torre mais alta da cidade para além da torre da mesquita Koutobia). Do cimo da Torre podem avistar o Atlas e toda a cidade em 360º (aproveitem para tirar fotografias).

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3. Jardin Majorelle

Não percam o Jardim Majorelle e o Museu Yves Saint Laurent (que fica num edifício contíguo aos jardins). Para poderem apreciar devidamente a beleza dos jardins têm de ir cedo. Nós só chegamos ao local já passavam das 11h e já estava uma fila enorme à porta. Se forem madrugadores os jardins abrem às 8h da manhã ;) 

O Museu é pequeno mas vale a pena para apreciar algumas das criações mais famosas de Yves Saint Laurent.

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4. Passar uma manhã no Les Bains de Marraquexe

Para descansar da azáfama do souk no dia em que celebrámos 15 anos de casados fomos passar uma manhã relaxada neste Spa. Adoramos! Desculpem mas não tenho qualquer foto das instalações, foi um momento realmente zen e totalmente offline! Mas explorem as fotos que estão no site que já ficam com uma óptima ideia.

Fizemos o "Le traditionnel": 45 de hamman seguido de exfoliação com sabão negro e uma máscara de argila e no final uma massagem drenante e relaxante de 1 hora.

Para quem não conhece, o hamman é uma tradição ancestral que consiste numa sauna húmida e é considerada purificadora do corpo e alma. Tradicionalmente os hammans (banhos marroquinos) eram colectivos mas neste SPA é oferecida uma experiência privada ou em casal.

Se forem fãs de SPA e precisarem de relaxar recomendo vivamente. Podem marcar no próprio site cujo link inclui supra.

5. Visitar o Palácio Bahia

Este Palácio do século XIX localizado no centro de Marrakech é sem dúvida uma das visitas imperdíveis desta cidade.

O Palácio foi construído para Si Moussa, braço direito do Sultão Hassan I, e mais tarde habitado pelo seu filho Ahmed ben Moussa que reinou em Marrocos como regente do jovem Sultão Abd al-Aziz.

Após a morte de Ahmed Ben Moussa o Sultão ordenou o saque do palácio, razão pela qual o palácio se encontra actualmente totalmente vazio.

De qualquer forma a beleza das decorações em mármore, os tectos e as belas portas (pudesse eu trazer umas na mala) esculpidas madeira, os azulejos em todas as suas cores, e os coloridos vitrais das várias salas separadas por tranquilos e refrescantes jardins de onde nos chega o cheiro dos hibiscos, das laranjeiras e dos jasmins fazem deste palácio vazio uma beleza que vale muito a pena visitar.

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6. Ver o pôr do sol sobre a Praça Jemaa El-Fna

Não se vão embora de Marrakech sem ver o pôr do sol sobre a Praça Jemaa El-Fna. Esta Praça é o coração da cidade, tendo sido classificada pela Unesco como Património da Humanidade. 

Não se desiludam se passarem na Praça durante o dia. Quando desombocamos nesta Praça no primeiro dia, ainda antes de almoço pensamos: "Então onde está a confusão, as bancas de rua, os encantadores de serpentes?".

Voltamos ao final do dia decididos a ver o pôr do sol sobre esta mítica praça e subimos ao Cafe de France (sendo que também aconselho verem o pôr do sol do Le Grand Balcon Cafe Glacier). Saboreamos um maravilhoso chá de menta e preparamos os olhos e a câmara para o iminente pôr do sol. 

E foi apenas quando o sol se escondeu lá ao fundo no horizonte que os segredos e a magia deste local finalmente se desvenderam aos nossos olhos. Rapidamente ficou inundada de toldos brancos das bancas repletas de frutas coloridas e frescas dos vendedores de sumos, dos cheiros das especiarias das bancas de comida e doces dispostas em mostruários para atrair os cliente e iluminadas com lanternas. Havia encantores de serpentes, homens com macacos tentando atrair os turistas para tirar uma fotografia, mulheres berbéres tatuadoras a fazer tatuagens com hena, vendedores de incenso cujo cheiro intenso enchia a praça. A praça fervilhava de gente, palpitava vida, cor, alma.

Aqui e ali grupos de homens tocavam músicas berbéres nos seus instrumentos acompanhados e entusiasmados pelo público sentados em cadeiras em seu redor.

A música, a cor e os cheiros que encheram a praça ficarão para sempre gravados na nossa memória. Sim valeu a pena esperar!

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7. Passear nos Souks

Perder-se no meio dos souks faz parte do encanto e da magia de Marraquexe. Estão organizados grosso modo de acordo com os ofícios e produtos comercializados. Os mais conhecidos são o Souk Addanine (artigos de cobre e metal) onde se podem ver os artesãos a baterem no metal e a formar belas peças (candeeiros, lâmparinas como as do Aladino, escudos...) que depois são vendidas em várias lojas do Souk; o Souk Zrabia (souk dos tapetes); o Souk dos tintureiros; o Souk das especiarias; o Souk Smata onde podem encontrar as coloridas babouches; o Souk Chouari (cestos feitos com fibra de palmeira) e o Souk Siyagghin (joalharia).

Fazer compras em Marraquexe vale muito a pena e é quase impossível sair dos mesmos sem carregar vários sacos. No nosso caso foram precisos vários sacos, mochilas e afins ;) ;)  Mas vão preparados para regatear, isso faz parte do encanto de Marraquexe. 

Se quiserem ter uma experiência diferente vão à loja de Mustapha Blaoui. Por trás das belas portas de madeira, qual gruta dos 40 ladrões de Ali Babá estão vários andares repletos de peças lindas de tarar.  

Visitem também a concept store Max & Jan - os preços são um pouco inflaccionados aos que se vêm na Medina mas o espaço é lindo e super trendy e tem também um restaurante no rooftop da loja que vale a pena visitar nem que não seja pela vista que proporciona sobre os souks.

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8. Visitar o Palácio El Badi

Este palácio foi mandado construir nos finais do século XVI para celebrar a vitória do Sultão Al-Mansur Dhabhi na - desculpem! - batalha de Alcácer Quibir.

Hoje em dia o palácio em si está em ruínas mas entrando nas suas muralhas somos rodeados de jardins de laranjeiras plantados à volta de diversas fontes. No dia em que visitamos o palácio as fontes estavam cheias e o reflexo nas mesmas das muralhas do palácio é fantástico.

 

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9. Almoçar ou jantar no Terrasse des Épices

Este maravilhoso restaurante localizado no Souk Cherifia conquistou-nos de tal maneira que depois de irmos almoçar num dos dias resolvemos encerrar a nossa estadia em Marraquexe com um jantar no seu magnífico terraço com vista sobre a Medina.

E não foi só a vista que o terraço nos proporciona sobre as colinas do Atlas ou o minarete da Mesquita Koutobia que nos conquistaram neste espaço. 

Em primeiro lugar a comida é ....maravilhosa!! Tudo o que experimentámos era divinal, desde as entradas, aos pratos e as sobremesas. Pratos de inspiração marroquina mas com um toque internacional simples mas bem confeccionados e bem apresentados. E a simpatia, cuidado e delicadeza do serviço é realmente extraordinária e fez-nos gostar ainda mais deste que passou a ser sem dúvida um dos nossos spots nesta cidade! Na verdade achamos que o nível de serviço, cuidado com o cliente e simpatia em Marrakech nos vários sítios onde fomos é fora de série e faz inveja a muitos restaurantes da nossa capital.

Deixo-vos fotos de dia e de noite para apreciarem a diferença de ambiente.

Durante a noite o ambiente é muito trendy e acolhedor com lanternas por todo o terraço e música de fundo. Durante o dia é também um espaço fantástico para descansar da correria das compras e desfrutar de uma boa refeição enquanto se refresca debaixo dos "sprinklers" estratégicamente colocados por cima das mesas.

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10. Tomar um copo no terraço do bar do hotel Mamounia

Entrar neste Palácio hotel já é por si só uma experiência. Parece que estamos a entrar numa das páginas do livro das "Mil e Uma Noites".

Bebam um copo na varanda do Bar do hotel e desfrutem do ambiente.

O Bar Churchill tem um ambiente de bar "Speak easy" e um ambiente vintage mas se estiver uma noite agradável, como normalmente encontrará em Marraquexe, escolham sem dúvida a varanda do Bar l'italien.

11. Almoçar e passar a tarde no hotel Jnane Tamsna - Boutique Hotel Palmerie Marraquexe

Num dos dias planeamos fazer algo diferente. Queriamos sair por umas horas da correria e buliço da Medina, desligar da azáfama dos Souks e entrar em modo off num ambiente relaxante.

Decidimos reservar a experiência "Jnane Pool and Lunch" no hotel boutique Jnane Tamsna que incluiu um delicioso almoço nos jardins do hotel seguido de uma tarde passada na piscina ladeada de palmeiras entre braçadas na piscina e sestas como já não dormia à muito tempo.

O bom gosto da proprietária do hotel Meryanne Loum-Martin é bem visível na decoração das várias salas localizadas perto da piscina, cheias de cantos e recantos para descobrir e de poltronas que convidam a umas horas de leitura.

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Outros restaurantes que recomendo:

- Nomad (este restaurante pertence ao mesmo grupo do Café des Épices e do Le Jardin), este espaço localizado junto à Place des Épices foi uma agradável surpresa que deixamos para o nosso último almoço em Marrakech. O restaurante tem vários espaços mas se possível peçam uma mesa num dos terraços - de preferência o mais elevado, para terem uma vista completa sobre a Medina e as cordilheiras do Atlas. O menu é muito agradável e com bastantes opções. Se almoçarem no terraço e não tiverem sombra peçam um chapéu de palha do restaurante - são giros e se o calor apertar acreditem...vão precisar!

Os terraços do restaurante à noite todos iluminados com lanternas de palha parecem mágicos.

Le Jardin este restaurante é o espaço ideal para relaxar e desfrutar de uma bebida fresca e um almoço leve depois da calcorrear os labirínticos souks. Depois de passarem a porta muito discreta deste espaço entram num jardim verdejante, tranquilo e refrescante onde podem experimentar pratos de inspiração marroquina com influências europeias numa variedade de saladas, tabboulehs e tagines entre outros pratos. De sobremesa experimentei a tarte tatin de pera....é uma delícia.Não serve alcóol. Fica no Souk Sidi Abdelaziz (junto ao Souk dos cobres

- Le Salama : estávamos um pouco desconfiados com a ida a este restaurante mas gostamos banstante. Foi-nos recomendado pelo nosso Riad na primeira noite e como estávamos cansados e era perto do Riad decidimos experimentar. Pelas descrições achei que ia ser um espaço demasiado turisteiro mas ficamos bastante agradados. O primeiro e segundo andar (situados no interior) do espaço têm uma decoração colonial mas muito cozy. Nós jantamos no último andar no terraço panorâmico, com vista sobre a Praça Jemaa el-Fna. No final da noite normalmente há sempre um espectáculo de dança típicas. Achamos um pouco caro para o que comemos mas a comida era agradável e o serviço como nos habituamos em todos os outros sitios em Marraquexe bastante bom.

- Pepe Nero este restaurante que serve comida italiana e marroquina fica situado no Riad Al Moussika num palacete muito bonito não muito distante da Praça Jemaa el-Fna. A comida é agradável mas o restaurante vale essencialmente pelo ambiente e pelo espaço situado junto à piscina no exterior no claustro do Riad onde jantamos.

Coisas que não fizemos e gostaria de ter feito:

Visitar o Museu da Fotografia;

Fazer uma incursão pelo deserto de Merzouga e dormir numa tenda berbére.

Visitar os Túmulos Saadianos

Saimos de Marraquexe com a certeza de que queremos voltar mas da próxima vez com os miúdos e numa aventura de carro desde Portugal com passagem por Marraquexe, Fez, Chefchaouen, Rabat e claro uma incursão pelo deserto.

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IMG_20190912_201047.jpgAgora é altura de sonhar com os próximos destinos pois essa é a beleza de viajar, aventurarmo-nos pelo mundo, conhecer novas culturas e regressar a sonhar com o próximo destino, mais distante, mais desconhecido.

Aventurem-se também e boa viagem!

Sofi 

 

 

 

 

01
Out19

Road trip Parte II

Depois de deixarmos Aviles e de "mergulharmos" na maravilhosa paisagem dos Picos da Europa seguimos viagem até San Sebastian, uma cidade que já nos é muito querida e onde já nos sentimos em casa.

Foram uns dias fantásticos mas que acabaram por fugir em parte ao "roteiro" programado por causa do tempo.

No dia em que chegamos, já bem tarde e depois de muitos kms percorridos, estava um calor abrasador.

Foi tempo de pousar as malas, arranjarmo-nos e sair para jantar, rumo à Zona velha da cidade. Uma mesa já previamente reservada esperava-nos no Gandarias, apesar da hora tardia, já com uns petiscos na mesa e apesar das horas irem já avançadas desfrutamos calmamente do jantar.

De regresso ao hotel foi tempo de absorver a "movida" das ruas da zona velha, a energia efervescente das ruas dos bares aproveitando ainda para repousar o olhar sobre a bela baía da Praia da Concha, sobre as águas tranquilas e salpicadas de pontos de luz dos barcos.   

San Sebastian é uma cidade com "salero". Cheia de personalidade e uma identidade muito própria, e tem tudo aquilo de que gostamos: praia, mar, areia mas também uma "movida" cosmopolita e sofistada. Ruas ladeadas de prédios lindos cheias de bares e restaurantes com as suas barras de "pintxos" que chamam por nós, lojas que nos atraem. É uma cidade para se desfrutar, para nela se deambular sem destino.

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No dia seguinte fomos explorar a zona velha da cidade (o centro histórico), situada no sopé do Monte Urgull, perdendo-nos sem rumo pelas suas ruas. 

Começamos por um passeio nos jardins de Alderdi Eder, situados em frente da Câmara Municipal e com vista para a maravilhosa Baía. Um fantástico carrossel de estilo "Belle Epoque" e o parque infantil aí situados fizeram as delícias da Benedita.

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Recomendo a subida ao Monte Urgull até ao Castillo de la Mota para usufruir das vistas sobre a Baía.

Já eram horas de almoço e os "pintxos" ja chamavam por nós e pediam uma pausa.

Aproveitando o calor tórrido que se fazia sentir nada como uns banhos e uma tarde relaxada na famosa Praia de La Concha. para terminar o dia em grande.

No dia seguinte rumamos a França (que fica logo ali ao virar da esquina ;)): primeira paragem Saint Jean de Luz, uma pequena vila à beira mar, a poucos quilómetros da fronteira.

Parece uma cidade de bonecas, com as suas casas caiadas de branco e portadas e telhados vermelhos

Fomos directos ao mercado. Lembrava-me de ter estado no mesmo quando ainda era adolescente e do cheiro dos queijos, especiarias, foie gras que se misturavam no ar e das cores das mil frutas e legumes expostos nas bancas expostas no interior do mercado e nas bancas situados à volta do mesmo, no seu exterior.

O mercado está aberto todos os dias das 7h à 13h. O mercado exterior onde vários produtores locais expõem os seus produtos encontra-se aberto todo o ano às terças e sextas de manhã e nos meses de Julho e Agosto também aos sábados de manhã.

Vale muito a pena uma incursão por este mercado e é muito dificil sair do mesmo sem um saco com uma qualquer iguaria.

Pelo que me recordo a vila já foi mais tranquila e com muito menos turistas mas continua a ser encantadora!

Entretanto o tempo atraiçoou-nos e começou a chover torrencialmente e tivemos de nos refugiar no primeiro restaurante que encontramos. Mas não foi a chuva que nos demoveu de continuarmos a nossa viagem.

O ex-libris do dia era a passagem por Hossegor - ou não tivesse em casa dois surfistas!

Ficamos todos verdadeiramente apaixonados por esta vila cheia de pinta e vibe surf e não foi a chuva que estragou o passeio. Apenas não conseguimos apreciar plenamente a beleza das praias - com sol naturalmente teria outro encanto.

Hossegor transpira surf por todos os lados! Das montras das lojas, às famílias inteiras de surfistas com muita pinta que andam na rua, aos restaurantes. Esta vila é a alma do surf da Europa.

Adoramos e os meus filhos já só falam em fazer uma surf trip a esta zona.

Ainda deu tempo para passar em Biarritz e o sol ainda deu um ar de sua graça que nos permitiu fazer um belo passeio à beira mar.

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Regressamos à base e a chuva deu tréguas durante a noite o que nos permitiu aproveitar a bela "movida" de San Sebastian "by night".

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No dia seguinte tinhamos planeado ficar em San Sebastian e subir ao Monte Igeldo de funicular (aconselho muito - é um passeio giríssimo!), mas a chuva voltou para nos atormentar e decidimos alterar os nossos planos.

Depois de um passeio rápido pelo Parque Cristina Enea (junto à Estação Norte de comboios), decidimos partir à aventura por França novamente. O destino Pirinéus e uma vila cujo nome nos chamou à atenção mas nunca poderíamos imaginar o que nos aguardava....Saint Jean Pied de Port foi sem dúvida a descoberta mais surpreendente de todas as férias.

A viagem até esta vila encantada já valeu a pena. Estradas sinuosas ladeadas do verde mais profundo, montanhas salpicadas aqui e ali por casas, o cheiro da terra molhada da chuva.....

Saint Jean Pied de Port à primeira vista pode parecer uma típica vila medieval, mas a visão desta vila do século XII que é o ponto de partida do caminho de Santiago é como um sonho.

Entramos na parte murada da cidade pela Torre da Igreja de Notre Dame du Bout du Pont e seguimos pela rue de Citadelle a qual se encontra repleta de lojas e albergues para os peregrinos, deanbulando depois pelas ruas e vielas desta vila mágica.

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 Seguir pela rue de Citadelle subindo a colina de Mendiguren até à Cidadela (fortificação medieval) vale a pena pela vista magnífica que têm lá de cima.

Se forem gulosos (como eu!!) não deixem de parar na "La Fabrique de Macarons" para provar os vários sabores de macarons tradicionais (não aqueles cheios de cores da La Durée)...O cheiro a amêndoa e bolos acabados de fazer que enche o ar torna impossível resistir a entrar nesta loja.

Depois de mais umas voltas eram horas de regressar a San Sebastián para um último jantar de pintxos antes da partir no dia seguinte.

Em dia de despedida deixamos San Sebastián com a certeza de que iremos certamente voltar a esta cidade que já tem lugar cativo no nosso coração.

A viagem de regresso ainda teve direito a paragem na bonita cidade de Burgos e a um almoço espectacular no restaurante Casa Ojeda. Experimentem o cordero lechal (cabrito assado no forno)...não se vão arrepender!

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Depois de um almoço fantástico e um passeio pela cidade com paragem na Catedral de Burgos estava na hora de voltar a Portugal para descansar mais uns dias a Norte e carregar baterias depois das centenas de kms percorridos.

Terminada a nossa tão esperada road trip em família só vos posso dizer que valeu a pena! 

São dias vividos intensamente em família, muitos kilómetros percorridos, muitas experiências diferentes vividas em cada dia, muitas memórias partilhadas num curto espaço de tempo. E claro não vos posso dizer que é tudo um mar de rosas...há birras e desentendimentos, crianças cansadas ao fim de centenas de kms na estrada mas tudo passa perante a visão de uma praia paradisíaca, uma estrada de montanha mágica, uma vila de sonho, ou um belo almoço ou jantar em família regado com as histórias e aventuras partilhadas nesse dia.

Por isso carreguem o carro, peguem na vossa família e sigam estrada fora para onde o vosso coração mandar.

Boa viagem!

Sofi

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